domingo
segunda-feira
descobertas de um sábado de sol no meio da chuva
sábado
penguin emoji
hoje é Dia da Mulher e pode ser que consiga lavar toda a roupa que tenho no cesto da roupa suja. ontem fui simpática comigo mesma e terminei o trabalho que tinha para hoje para poder aproveitar o meu fim de semana como deve ser, sem nada disso a ocupar-me a mente. está a chover há uns cinco dias e assim há de continuar, todos os dias me agradeço por ter finalmente comprado o belo do estendal para a roupa. não, não quero ser produtiva nem eficaz, obrigada, senhor do anúncio do instagram. quero só ser, só estar, dormir, rir, chorar, viver os ciclos em vez de almejar um crescimento infinito sem fim à vista. não fazer nada, olhar para as paredes quando for tempo de olhar para as paredes. quero abraçar a existência cíclica que habita dentro desta vida que me foi dada. sem pressas ou perfeições e com alguns devaneios pelo meio. a regar as plantas da minha mini varanda e espalhar-me na cama só mesmo para esticar o corpo. sem me castigar pelo facto de fazer ou deixar de fazer.
(nota:a alma vive as experiências como experiências)
quarta-feira
brainrot
a vida está a dar-me cabo do cérebro. não fazer nada além de trabalhar e estar online está a dar-me cabo do cérebro. não saber estar com os meus tempos vazios e com os meus tédios está a dar-me cabo do cérebro. estar nas redes sociais e no discord e a ver tv ao mesmo tempo está a dar-me cabo do cérebro. não ver o sol há dias durante dias está a dar-me cabo do cérebro. não saber como descer deste carrossel em andamento está a dar-me cabo do cérebro. fog fog fog
(nunca o disse, mas é uma treta tentar responder aos vossos comentários aqui. tenho de sair de todas as contas e entrar naquela que está associada ao blogger, e assim que volto a entrar nas outras, deixo de conseguir responder. ainda assim, leio sempre tudo e muitos corações e muitos obrigadas<3)
quinta-feira
The reality within the dream
domingo
uma pergunta a fazer a mim mesma (e vocês a vocês mesmos) todos os dias
how i want 2025 to feel
dois zero vinte e cinco
= voltar a ir à praia com frequência e deixar-me de medos do preço da gasolina e da possibilidade de haver trânsito
= ir ao yoga na praia nas quartas de manhã, eventualmente cumprir a parte de mergulhar no mar também
= deixar que as coisas venham ao meu encontro ao invés de procurar por elas e passar horas a fazer a curadoria de pastas no pinterest, a tirar prints, a criar listas infinitas de filmes que não vejo e livros que não leio; deixar que as coisas venham até mim, confiar que a vida me irá fazer cruzar com aquilo que preciso
= confiar nas coisas de que gosto (descobri-las também)
= ir mais a Ferrel
terça-feira
where//where//where
não sei mesmo como me aproximar de mim e o desespero que isso me causa está a dar-me a volta à barriga
onde estou quem sou como estou, debaixo de tantas camadas
(talvez comece por caminhar e por ver um filme em casa)